segunda-feira, 20 de julho de 2015

Jesus, o amigo dos pecadores

Algo que me encantou ao ministrar nestes dias, foi a meditação no capítulo 9.9 do evangelho segundo Mateus.

Cuida-se o texto da chamada de Mateus para ser um seguidor.

O evangelista Lucas nos informa, no capítulo cinco de seu evangelho, que o tal publicano deu um baquete a Jesus.
Mas o que realmente me chamou a atenção no texto foi o fato dos pecadores irem se assentando à mesa com ele e seus discípulos.

Percebi que os pecadores se sentem a vontade na presença do Mestre.

Jesus não recusou o convite para participar de tal comilança. Estava lá, junto com eles.

E eles ficavam a vontade com ele.

A religião, muitas vezes, se torna uma forma de segregação, ou mesmo de autos separação. Os fariseus, aqueles que criticaram Jesus por tal atitude, consideravam-se separados, puros e estranharam tal ajuntamento.

Muitas vezes também, na nossa caminhada, com o ativismo de nossos ministérios, corremos o risco de não termos mais amizades nem relacionamentos com as "pessoas do mundo".

E fazendo assim, perdemos a capacidade de lhes transmitir o amor de Deus, assim como Jesus fazia.

Conheço amigos que não aceitam nem convite de aniversário para ir na casa de alguém que não frequenta a mesma igreja. Nem convite de casamento.

Não é esse o modo de Jesus agir.

Precisamos retomar a arte de fazer amizade com todas as  pessoas.

Sermos agente de cura onde quer que nos encontremos.

Caso contrário, não estaremos realizando as obras do evangelho.


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