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Mostrando postagens com o rótulo Jesus

Redenção não é a punição de Jesus

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Parece ser muito comum a ideia propagada por muitos de que " Jesus foi punido em nosso lugar ". Penso que é uma ideia das mais propagadas pelos teólogos protestantes que conheço acerca da morte de Jesus, popularizada pelo termo "Substituição Penal". Entretanto, é preciso ter um pouco de cuidado com essa ideia, senão ela pode se tornar um tanto quanto estranha ao espírito das Escrituras. Através de um exemplo tirado do meio jurídico, vou tentar esclarecer o meu ponto. Digamos que a lei determine que, quem matar alguém, pode ser condenado a cumprir trinta anos de prisão. Digamos que uma determinada pessoa, o José, cometa um crime e seja condenado a cumprir tal pena. Entretanto, vem o Alfredo e diz para o Juiz: pode deixar que eu cumpro a pena no lugar do José. Aí, o Juiz, que é obrigado a aplicar a lei, se dá por satisfeito, condena Alfredo a cumprir os trinta anos de prisão no lugar do homicida. Ou seja, desde que alguém, ainda que inocente, cumpra a pena, o Juiz se ...

José, pai de Jesus, misericordioso e justo

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As Escrituras nos relatam que José, ao saber que Maria, sua noiva, estava grávida, tencionou deixá-la. Isto porque, ele era “justo e não a queria infamar” (Mateus 1.10), daí, iria deixá-la secretamente. Pensemos por um instante. José, até esse momento, não sabia que Maria concebera do Espírito Santo. Logo, raciocinou que sua noiva o havia traído. Poderia ele, em um ato de amor, assumir sua noiva, mesmo sabendo que a criança pertencia a outro homem? Em tese, sim; porém, caso acobertasse tal ato, em certo sentido, estaria sendo conivente com o pecado de outrem. E isso, naqueles tempos, era relativamente complicado, pois a pena para o noivo que adulterasse era a morte. E como diz o texto, José era justo. Porém, o texto também diz que José não a queria “infamar”. Ora, caso fosse noticiado que Maria estava grávida de outro homem que não o seu noivo, ela poderia ser apedrejada. Por isso, José resolveu deixá-la secretamente, sem fazer alarde. Talvez passasse na cabeça de José que Maria pud...

Onde está o escravo?

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Reza a tradição que era uma quinta feira. Jesus e seus discípulos iriam celebrar a Páscoa. Caminharam bastante até chegarem em uma casa. Era costume naquele tempo ter algum criado, servo, escravo, para lavar os pés dos viajantes. E olha que não tinham tênis, sapatos…. Os pés estavam empoeirados, sujos de areia, barro, talvez até esterco, enfim. E os pés tinham que ser limpos. As mesas daquele tempo não eram muito altas não, como hoje. Os pés não ficam “lá embaixo da mesa”. Ficam meio que perto da comida, enfim. Imagina o cheiro ruim… E a galera chegou na casa. Fico pensando no constrangimento. Olhares procurando algum servo, algum escravo, para lavar os pés de todos. Começaram a olhar um para o outro. E agora? Onde está o escravo? Quando olham para o lado, o próprio Jesus, se cingiu somente com uma toalha para lavar os pés de todo mundo. Constrangimento geral. O Pedrão disse: “o meu não, não lava de jeito nenhum”. Na cabeça do Pedro, líder não era para essas coisas. O Senhor disse que ...

E Jesus chorou...

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“Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou” (Lucas 19.41). Jesus estava entrando em Jerusalém e sendo recebido com uma verdadeira festa pelos discípulos e pelas multidões. Cuidava-se da sua entrada triunfal naquela cidade. Ocasião em que muitos comemoram como o Domingo de Ramos. Todos gritavam: “Bendito o que vem em nome do Senhor”! Os fariseus se escandalizavam e pediam para Jesus repreender os discípulos, sendo que o Senhor respondeu: “se eles se calarem, as próprias pedras clamarão”! Entretanto, mesmo em meio à tal festa e recepção, quando olha para a cidade, Jesus chora. Chora porque Jerusalém não reconheceu o dia da sua visitação. Não reconheceu o dia em que o Filho de Deus esteve presente para os seus. Chora porque vislumbrou o que iria ocorrer com aquela cidade. Ela seria destruída, vindo sobre ela dias em que seria sitiada e dominada pelos inimigos. Jerusalém era uma cidade muito distante daquilo que Deus queria para ela. Era uma cidade injusta...

Jesus não quis ser aclamado rei de Israel

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Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte.   João   6 : 15 A pós realizar a multiplicação de peixes tentaram fazer de Jesus rei. Mas nosso Senhor assim não o quis, afastando-se, pois o seu reino "não é deste mundo". Entre as qualidades messiânicas, certamente uma delas não era governar este mundo pelos seus próprios mecanismos de poder. O reino de Jesus é um reino de amor, e está dentro de nós. Não se mistura, nem se confunde com o reino humano. os discípulos do Senhor devem resistir à tentação da popularidade, e querer fazer coisas que seu Mestre não quis. Os discípulos de Jesus são chamados para transformar este mundo pela força do amor e da caridade,  e não dos mecanismos de poder. Erram aqueles que usam do discurso religioso para tentar assumir o poder e impor uma visão cristã de mundo. O cristianismo não é imposto. O cristianismo tem que ser livremente assumido. A palavra de Deus nã...

Jesus, o amigo dos pecadores

Algo que me encantou ao ministrar nestes dias, foi a meditação no capítulo 9.9 do evangelho segundo Mateus. Cuida-se o texto da chamada de Mateus para ser um seguidor. O evangelista Lucas nos informa, no capítulo cinco de seu evangelho, que o tal publicano deu um baquete a Jesus.

As características do ministério de Cristo

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De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. ( Filipenses 2:5-8 ) Q uando o apóstolo Paulo escreveu esta epístola, ele estava na prisão. Sua carta aos filipenses é também conhecida como a "epístola da alegria", tendo em vista o ótimo relacionamento que o apóstolo tinha com aquela comunidade. Ele iria agradecer o apoio que tal igreja estava dando a ele durante a sua prisão. Entretanto, o seu coração pastoral também o levou a dar algumas exortações àquela igreja, por ter tido conhecimento de que havia algumas dissensões na comunidade. O apóstolo dos gentios ensinou então a humildade como a primeira condição de vida em comunidade e solução de conflitos, e argumenta que Jesu...

O regozijo em Jesus

"Tenho-vos dito estas cousas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo" (João 15.11) P ara que Jesus disse o que disse para os seus discípulos? Para que a alegria d'Ele estivesse neles! Ou seja, a palavra de Jesus é para levar a alegria de Jesus aos seus seguidores!

A forma de servo

"...antes a si mesmo se esvaziou, tomando a forma de servo..." (Filipenses 2.7) Jesus assumiu a forma de servo... Serviu para viver, e viveu para servir... Serviu ao seu Deus, ao povo, aos seus discípulos...

Jesus os amou até o fim

"...sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim" (João 13.1). E sse é o exemplo de Jesus, o Pastor, o grande Pastor... Ele amou os seus, do início até o fim...  Jesus os encontrou, ensinou, curou, preparou...

Um coração que não quer enxergar

"Mas os principais sacerdotes resolveram matar também a Lázaro..." (João 12.10) O que é mais terrível que um coração cheio de ódio? O que é mais terrível que um sacerdote com desejo de matar? E ainda mais quando tal sacerdote se volta contra o próprio Deus que ele julga servir?