sexta-feira, 18 de março de 2016

Política nos templos


fonte da foto: Pragmatismo político


A foto acima é do Pastor Everaldo, com o Eduardo Cunha e o Bolsonaro, em um culto, ou no púlpito da igreja, enfim.

Para que não se tenha dúvida de que se tratava de evento religioso:




É o que eu sempre digo: duas coisas que não deveriam se misturar em um templo religioso. Política e religião.

A longo prazo, isso não costuma trazer benefícios para a imagem da igreja.

A luta pelo poder temporal, a corrupção, tudo o mais...

Um cristão não deve apenas ser santo, tem que parecer santo...

Se quiser fazer política partidária, faça como qualquer outro, vá para o mundo, crie uma carreira política.

Mas não use o púlpito para fazer política partidária.

Pode ensinar princípios de justiça, amor, paz.

Mas não estender as destras da comunhão a nenhum partido, nem candidato, seja lá qual for.

O sangue anabatista foi derramado para que a igreja fosse separada do estado. Que ambas as entidades fossem separadas. Entretanto, a maior parte do tempo, religião e poder tentam estender seus braços um sobre o outro.

Tenho amigos que estão em igrejas assim. Que colocam candidatos no púlpito. Acredito que eles deveriam tentar reformar tais igrejas, ou então sair delas. Acredito que isso não contribui para a causa do evangelho.

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