quinta-feira, 6 de junho de 2013

Teologia da Pregação


Esboço teórico da matéria teologia da pregação


I – AS PALAVRAS E SEUS SIGNIFICADOS

khrύssw (kēryssō)
“proclamar, anunciar, mencionar publicamente, pregar mais frequentemente em relação à ação salvífica”
Mt 10.27; Mc 1.14, 39, 45; 5.20; 7.36; 13.10; Lc 8.39; 12.3; 24.47; At 15.21; Rm 2.21; 1 Co 9.27; 15.12; 2 Co 4.5; Gl 2.2; 5.11; 1 Ts 2.9; 2 Tm 4.2; Ap 5.2

kηrugma (kerigma)
“proclamação, pregação”
Mt 12.41; Lc 11.32; Rm 16.25; 1 Co 1.21; 2.4; 15.14; 2 Tm 4.17; Tt 1.3

parrηsiάzomai (parrēsiazomai)
“falar livremente, abertamente, destemidamente, expressar-se livremente”
At 9.27-28; 13.46; 14.3; 18.26; 19.8; 26.26; Ef 6.20; 1 Ts 2.2

diaggέllo (diangellō)
“proclamar, pregar, anunciar”
Lc 9.60; Rm 9.17

lalέw (laleō)
“proclamar, anunciar, proferir, expor, etc”
Mt 12.36; Mc 2.2; Jo 3.34; 1 Co 2.6

dialέgmai (dialegomai)
“discutir, conduzir uma discussão, falar, pregar, etc”
Mc 9.34; At 19.8; 20.7; 24.12; Hb 12.5


kataggέllw (katangellō)
“anunciar, proclamar, propagar, pregar”
At 3.24; 4.2; 13.38; 15.36; 16.17; 16.21; 17.3; 17.13; 26.23; Rm 1.8; 1 Co 2.1; 9.14; 11.26; Fp 1.17-18; Cl 1.28.

eύaggelizw (evangelizō)

“trazer ou anunciar boas novas; proclamar, pregar o evangelho, evangelizar”
Lc 1.19; 4.43; At 13.32; Rm 15.20; 1 Co 15.1; 2 Co 10.16; Gl 1.11; 1.23; 1 Pe 1.12; Ap 14.6

Reflexão: Como pudemos observar, há muitas palavras diferentes que descrevem o ato de anunciar, pregar, proclamar, etc. A que conclusões podemos chegar diante de tal constatação?

II - DEFINIÇÕES

“A pregação é a Palavra de Deus pronunciada por Ele mesmo. Deus utiliza, como lhe apraz, o serviço de um homem que fala em Seu nome a seus contemporâneos por meio de um texto bíblico. Este homem obedece, assim, à vocação que recebeu na igreja, e, por seu ministério, a igreja realiza a missão que lhe corresponde[1]

“A pregação é fruto da ordem dada à Igreja de servir à Palavra de Deus por meio de um homem chamado para esta tarefa. Para este homem, trata-se de anunciar a seus contemporâneos o que devem ouvir do próprio Deus, explicando por um discurso, no qual o pregador se expressa livremente um texto bíblico que lhes afeta pessoalmente[2]”.


III – CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DA PREGAÇÃO:

Karl Barth, em sua obra “A Proclamação do Evangelho”, cita nove características essenciais à pregação[3], que passamos a expor a seguir, com algumas adaptações ao nosso curso:

1 – A pregação deve conformar-se à revelação.
O pregador deve evitar utilizar-se de meios persuasivos, emocionais, artísticos, a ponto de distorcer o significado do texto bíblico. Também não é o pregador que “estabelece a realidade divina”, mas é Deus quem tem iniciativa no que faz. “Se Cristo digna-se em fazer presente por ocasião de nossa palavra, é precisamente porque há ai um ato do próprio Deus e não nosso. Não somos nós que realizamos um milagre, mas sim Deus. Evitar a manipulação.
Em seu aspecto positivo, “a pregação deve ser uma explicação da Escritura”. “Nenhum tema, nenhum propósito tirado do meu próprio saber deve intervir”. A pregação é “soberania por parte de Deus e obediência por parte do homem”.
A pregação está inserida em um duplo movimento, entre o Cristo que se revelou (epifania) e o Cristo que se revelará (parousia). Tendo isso em vista, a fé terá sempre o seu caráter dinâmico.

2 – O caráter eclesiástico da pregação.
O anúncio da revelação traz conciliação, e, onde os homens se reúnem para receber tal Palavra, aí está a igreja, “o conjunto daqueles que foram chamados pelo Senhor”. A igreja é caracterizada pela proclamação do evangelho e administração correta dos sacramentos (ceia e batismo), de modo que Palavra e Sacramento estão intimamente inter relacionados. Católicos e protestantes erram ao privilegiar um ou outro. A pregação se inspira no sacramento e este, fundamenta-se na Palavra.

3 – Fidelidade doutrinária da pregação
A igreja não pode desviar-se do seu propósito e missão. A igreja pode fazer muitas coisas no campo social, psicológico, mas não é uma agência de ação social, nem uma ONG, por mais importante que isso possa ser. Qualquer agência deste mundo pode fazer muitas coisas melhores do que a igreja; entretanto, a missão da igreja, só esta pode fazer, e a pregação deve espelhar tal obediência. A pregação deve submeter-se à fidelidade doutrinária, à confissão de fé, que é o que “recebemos e cremos por conta da revelação”, sendo que “a confissão é uma resposta do homem ao que Deus disse. Também há o elemento da edificação, que consiste em “construir a igreja”, segundo Barth, “de cima para baixo. “A igreja é uma comunidade situada abaixo da revelação e edificada pela escuta da Palavra de Deus.

4 – Fidelidade apostólica da pregação
Tem a ver com a legitimidade do pregador. Este é “sucessor dos apóstolos”. Ele realiza em sua comunidade o que os apóstolos fizeram pela igreja inteira. Barth assinala quatro critérios para identificar tal missão em alguém: 1) O pregador deve sentir-se interiormente chamado. 2) atentar-se aos textos relativos aos bispos e diáconos nas cartas pastorais (1 Tm 3.1-12; Tt 1.6-9), mas sem chamar a atenção para si próprio para não desviar-se do evangelho, nem esquecer-se que “só pode apresentar-se diante de Deus porque está justificado em Cristo pela fé. 3) O pregador deve ser um estudioso esforçado das Escrituras. Não tem o direito de ser um preguiçoso diante da Palavra de Deus, sob a desculpa de que prega por inspiração do Espírito Santo. 4) De modo geral, o pregador deve ter o reconhecimento da comunidade, pois o seu “cargo” a ela pertence, e não somente a ele.

“Na ação do pregador, é necessário que apareça esta realidade: Deus falou e fala”. Barth é da opinião que a questão da ordenação é de ordem eclesiástica, não sendo relevante para a teologia (o catolicismo, obviamente, discorda de tal afirmativa). Não dá pra saber se a igreja acerta sempre que ordena ou deixa de ordenar alguém. “Frequentemente, junto com a vocação ordinária, existe sempre a possibilidade de uma vocação extraordinária. Deus não está sujeito à ordenação da igreja; pode chamar um homem para pregar a Palavra, à margem da organização eclesiástica, sendo que a vocação de tal homem deverá ser examinada e apreciada pela igreja no que toca à fidelidade escriturística.

5 – Caráter provisório da pregação
Significa “o que não tem tocado o seu fim”.  “A pregação precede algo do qual ela é o “anunciador”, assim como “o mensageiro que precede o rei”. Não obstante a fraqueza humana em tal empreendimento, é uma ação de Deus que o torna capaz. É uma obra sempre inacabada.
A missão não acaba com o fim da pregação.

6 – O caráter bíblico da pregação
“A pregação consiste numa explicação das Escrituras”. “Não tem que dizer mais do que diz a Escritura”. Não tem a ver com um sistema pessoal. A exigência é explicar a Bíblia e nada mais. Há cinco pontos importantes quanto a isso:
1)      Ter confiança simplesmente nas Escrituras;
2)      Respeitá-la no sentido de “respicere”: ter consideração com uma coisa da que se espera uma ajuda.
3)      Aquele que quer pregar deve estudar muito atentamente o texto, ter zelo. “Para isso, é necessário um trabalho exegético, científico; um estudo preciso de caráter histórico e filosófico. Porque a Bíblia é também um documento histórico; nasceu no meio da vida dos homens”. “Trata-se de lutar contra a preguiça intelectual do pastor demasiado ocupado e voltado para o exterior”.
4)      O dever da modéstia. Diante das Escrituras, dos “profetas e dos apóstolos”, deve o pregador “retroceder com seus próprios pontos de vista e sua espiritualidade. Trata-se de modéstia diante da Bíblia. “É necessário deixar que o texto corrija o que temos na cabeça: não imaginemos, antecipadamente, que já sabemos tudo. Isso é modéstia.
5)      A mobilidade. “O pregador está chamado a viver uma história com a Bíblia, continuamente existe um intercâmbio que se realiza entre a Palavra de Deus e ele. Quando falamos de mobilidade queremos dizer: ser dócil a este movimento da Palavra, e deixar-se conduzir por meio da Escritura”.

Há conseqüências fatais por não seguir estes passos:

1)      O pregador não pode apostar no “clericalismo”. “Ser vaidoso pela consciência de sua missão, por usa função, sua teologia...”
2)      O pregador não deve ser um “iluminado” elevando-se a um mundo irreal, com boas intenções, sem dúvida, e com grandes idéias pré-concebidas.
3)      O pregador não deve ser nem estar aborrecido. “O único remédio para isso é a Escrituras anunciada em sua autenticidade. Sendo fiel à Bíblia, a pregação não pode ser aborrecida”.
Em relação ao Antigo Testamento, sempre concebê-lo como um livro que fala de Cristo. Ter isso em mente, que a igreja acolheu o Antigo Testamento, por cauda de Jesus.

7 – A originalidade da pregação
A originalidade da pregação não se esconde atrás da fidelidade à exposição bíblica e doutrinária. Que o pregador seja ele mesmo quando expõe ou explica um texto. O pregador foi pessoalmente influenciado pela Palavra do arrependimento e do perdão, e deve pregar aquilo que vive e experimentou. Que o pregador seja ele mesmo, e não outro. Que seja natural, que seja simples.

8 – A pregação deve adaptar-se à comunidade

1 – O pregador é alguém que ama a sua comunidade.
2 – Porque a ama, o pregador vive a vida de sua comunidade.
3 – A  comunidade espera que o transcurso da vida seja esclarecido por Deus e não que se converta em grandes temas de chargistas.
4 – O tato é indispensável. Saber o que devemos tentar dizer a cada indivíduo da comunidade.
5 – Conhecimento do tempo presente. Vivemos juntos uma história.
Ou seja, não se trata de servir uma clientela, nem de ser um tirano, ou um zombador.
6 – Não utilizar o púlpito para dar indireta a membros da igreja, pois seria autoritarismo e manipulação.

9 – A inspiração da pregação
A pregação é a própria “Palavra de Deus”, isto é, através dela, “Deus fala”. Uma profunda consciência do caráter sacramental da pregação, como um meio natural pelo qual a graça sobrenatural de Deus se revela. Daí, os conselhos de Barth:
- devemos ser humildes;
- como intermediários humanos, devemos ser sóbrios;
- não podemos abrir mão da oração em que toda a comunidade está conosco unida.


IV – A PREPARAÇÃO DA PREGAÇÃO[4]

“Na pregação, a mensagem sempre deve originar-se diretamente das Escrituras[5]” (Martin Lloyd-Jones).

A - A escolha do texto:
Somos servos do texto, e não seus senhores. Daí, algumas orientações:
1)      Não escolher um texto demasiadamente curto. Evita desvios temáticos. A pregação é uma explicação do texto bíblico. Temos que estar “encharcados” do texto.
2)      Vigiar acerca daqueles textos que são muito citados e que se passam por fáceis. Cuidado para não utilizá-los fora do seu contexto original.
3)      Cuidado com alegorias (Barth, na verdade, parece se colocar contrário a qualquer alegoria que não seja da própria Bíblia). Evitando-se utilizar de alegorias, evita-se a arbitrariedade sobre o texto.
4)      Não fazer da pregação um discurso utilitário, para servir aos próprios propósitos, ao invés de ser uma exposição bíblica.
5)      Considerar o fato de utilizar o calendário litúrgico da igreja, ou utilizar um livro, um evangelho ou uma epístola inteira para evitar a repetição (vício de tema), e citar o contexto todo, sempre buscando o auxílio da parte de Deus.
6)      Evitar expor e por em relevo comemorações ou acontecimentos particulares. Estes não podem tomar o lugar da pregação.

B – A preparação propriamente dita:
1)      A função receptiva:
Ler o texto muitas vezes, e, de preferência, ler em sua língua original, pois toda tradução é uma fonte secundária, um comentário. Estar “encharcado” do texto. Se, por exemplo, escolho um texto da epístola aos Efésios, é bom lê-la por inteiro, diversas vezes. Não dá para preparar um sermão de última hora!
Saber o contexto em que o texto foi escrito, pois a passagem bíblica não se trata de um recorte “solto no ar”. Procurar entender o espírito, a intenção pela qual tal passagem foi escrita.
É preciso bastante dedicação na preparação da Palavra, podendo-se contar com a ajuda de comentários.
2)      A função espontânea: tem a ver, segundo Barth, com o modo de interpretar o texto e o modo de atualizá-lo.
As Escrituras são um livro do passado, mas não é somente uma aula de história. É o testemunho da revelação, feito por homens, mas não a revelação em si. “Uma pregação é boa quando é atualização, no tempo presente, desse testemunho dos profetas e dos apóstolos”.  
“O pregador não deve falar à comunidade colocando-se fora dela, desprezando o integrar-se em tal comunidade colocando-se fora dela. O pregador deve saber qual é sua situação: é portador de uma função, sem dúvida, porém de uma função que tem sido concedida à igreja, não à sua pessoa ele não deve imaginar que, graças a sua teologia, está colocado demasiado alto para abaixar-se ao povo pobre. Deve saber que tem necessidade, também ele, de ouvir sempre de novo a Palavra. O conhecimento desta situação será a condição determinante de uma sã aplicação, que sempre será ao mesmo tempo explicação[6]”.
“Desgraçado o pastor que não encontra a atualidade da Palavra para os homens de hoje. Por outro lado, infeliz o pastor que vê o que a Palavra bíblica diz ao homem de hoje mas que tem medo de escandalizar e que, por isso, vem a ser um desertor[7]”.
“A palavra quer ser confrontada com o homem de hoje, quer agitar-lhe, atacar-lhe, a fim de conduzi-lo desta maneira à paz de Deus não é preciso deformar a Palavra, ou evitá-la com preguiça e desobediência. O pregador deve ter coragem para pregar como se deve; uma coragem que não teme este ataque direto, que está acima das conseqüências que possam resultar de sua obediência ao texto. Se tem esta coragem, então é a palavra de toda Sagrada Escritura quem se encarrega de toda a responsabilidade[8]
Barth é da opinião de que a pregação deve ser redigida: “A pregação deve ser preparada e redigida palavra por palavra. Aqui se aplica muito bem que temos de dar conta de toda a palavra vã. A pregação não é uma arte na qual alguns poderiam improvisar e outros redigir por escrito. É ato central do culto evangélico em estreita conexão com o sacramento. Só uma pregação, na qual possa justificar cada palavra, é um ato sacramental”[9].

V – O PREGADOR[10]

A – DESPENSEIRO
- não um profeta – não é alguém que recebe a mensagem diretamente de Deus. Não recebe nenhuma revelação original. (Stott não acredita no dom de profetizar descrito no Novo Testamento).
- não um apóstolo – a única base para o apostolado era a comissão especial dada por Cristo.
- um despenseiro: (1 Co 4.1-2; Tt 1.7): “O despenseiro é o empregado de confiança que zela pela correta utilização dos bens de outra pessoa. Assim um pregador é um despenseiro dos mistérios de Deus, ou seja, da auto-revelação que Deus confiou aos homens e que é preservada nas Escrituras[11]”. Era uma espécie de mordomo nos tempos antigos. “Despenseiro é um título que descreve todo aquele que tem o privilégio de pregar a Palavra de Deus, especialmente no ministério pastoral.
           - o despenseiro tem que ser encontrado fiel, trabalhando, não pode abrir mão de seu ministério;
           - o despenseiro entrega uma mensagem que não é sua propriamente dita;
            “Nossa exposição da Escritura deve ser tão simples e direta, tão fácil de entender, que seja semelhante a uma estrada de linha reta[12]”.

Sobre a autoridade do despenseiro: “Ele depende da proximidade entre ele e o texto que está expondo, isto é: o quão bem ele o compreendeu e a intensidade com que o texto falou à sua própria vida. O ideal no sermão é que a Palavra de Deus fale, ou melhor, Deus fale através de sua palavra. Quanto menos o pregador se interpuser entre a Palavra de Deus e seus ouvintes, melhor. O que realmente alimenta a família é a comida que o dono da casa compra, não o mordomo que a distribui. O pregador cristão fica mais satisfeito quando sua pessoa é eclipsada pela luz que brilha da Escritura, e quando sua voz é superada pela voz de Deus[13]”.

Sobre a disciplina do despenseiro: “procura ficar a par de todo o conteúdo da despensa. A despensa da Sagrada Escritura é tão vasta, que nem estudando a vida inteira conseguimos obter toda a riqueza e variedade que ela contém”. “É impossível pregar sistematicamente a Palavra sem estudar sistematicamente a Palavra. Não basta passar os olhos em alguns versículos em nossa leitura bíblica diária, ou estudar uma passagem só quando tivermos que pregá-la. Não. Precisamos estar saturados das Escrituras. Precisamos não apenas estudar, como por microscópio, os mínimos detalhes de alguns versículos nas línguas originais, mas também  tomar nosso telescópio e abranger as grandes vastidões da Palavra de Deus, assimilando seu tema principal, da soberania divina e da redenção da humanidade”.

B – ARAUTO (1 Tm 2.7; 2 Tm 1.11)
“O léxico de Grimm-Thayer define “kêryx” como ‘um arauto, um mensageiro revestido de autoridade pública que transmitia as mensagens oficiais dos reis, magistrados, príncipes, comandantes militares ou alguma ordem ou convocação pública...’”[14]
Qual o conteúdo da proclamação, do “kerigma” apóstólico[15]?
 - Uma proclamação da morte, ressurreição e exaltação de Jesus, vistas como o cumprimento da profecia, envolvendo a responsabilidade humana;
- Em conseqüência disto, a consideração de Jesus como Senhor e também Cristo;
- Uma convocação ao arrependimento e a receber o perdão dos pecados;




[1] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho. P. 15
[2] Ibdem, mesma página.
[3] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho. P. 17-48
[4] Dicas extraídas do já citado livro de Karl Barth, entre outros.
[5] Lloyd-Jones, Martyn. Pregação e pregadores, p 134
[6] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho, p. 63
[7] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho, p. 63
[8] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho, p. 64
[9] BARTH, Karl. A proclamação do evangelho, p 65
[10] Retirado do livro “O perfil do pregador”, de John Stott
[11] O perfil do pregador, p.20
[12] O perfil do pregador, p. 34
[13] Idem, p. 37
[14] Apud STOTT, John. O perfil do pregador, p. 44.
[15] STOTT, John.  op. cit. p, 49.

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