As redes sociais podem despertar o que há de pior em nós

Redes sociais, em tese, podem ser utilizadas para aproximar aqueles que estão distantes.

Também podem ser fonte de aprendizado.

Entretanto, também podem ser perigosas.

Tudo o que nós digitamos, fica arquivado, de modo que vamos revelando um pouco daquilo que somos, nossas preferências.

No nosso feed de notícias, então, a inteligência da rede começa a vincular coisas que tenham a ver com nossa visão de  mundo.

Vez por outra, alguém pode surgir uma postagem que possa levemente ter a ver conosco, e, uma vez impulsionada financeiramente, pode acabar aparecendo em nossa linha do tempo.

E muitos dos comentários e curtidas dessa postagem que foi impulsionada podem ter sido feitos por perfis falsos, que acabam te influenciando em uma ou outra direção.

Talvez você tivesse uma determinada ideia que achasse um pouco radical. Mas a medida que você vai sendo exposto a ideias um pouco mais radicais, e uma vez vendo tantos perfis (muitas vezes, falso), apoiando tais pensamentos, você pode acabar se radicalizando ainda mais.

E, ao que parece, as redes vão tendo essa característica de radicalizar as pessoas, jogando-as umas contra as outras, pois ideias chocantes, radicais, por algum motivo, parecem atrair mais adeptos.

Algumas ideias que pareciam terem sido erradicadas acabam tendo força total.

Quando menos percebemos, estamos agredindo e julgando os que pensam diferentes de nós, e digitando coisas de um modo tal que não faríamos pessoalmente.





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