A morte substitutiva de Cristo por nós

" R ejeitamos fortemente, portanto, toda explicação da morte de Cristo que não possui no centro o princípio da 'satisfação através da substituição', em verdade, a auto-satisfação divina através da auto-substituição divina. A cruz não foi uma troca comercial feita com o diabo, muito menos uma transação que o tenha tapeado e apanhado numa armadilha; nem um equivalente exato, um 'quid pro quo' que satisfizesse um código de honra ou um ponto técnico da lei; nem uma submissão compulsória da parte de Deus a uma autoridade moral acima dele da qual ele, de outra forma, não poderia escapar; nem um castigo de um manso Cristo por um Pai severo e punitivo; nem uma procuração de salvação por um Cristo amoroso de um Pai ruim, relutante; nem uma ação do Pai que deixasse de lado Cristo como Mediador. Em vez disso, o Pai justo e amoroso humilhou-se, tornando-se em seu Filho Unigênito e através dele carne, pecado e maldição por nós, a fim de remir-nos sem comprometer seu próp...