Postagens

Mostrando postagens com o rótulo dinheiro

Lidando com o dinheiro em tempos de crise

Imagem
Graça e paz! A atividade pastoral exige que sejam dadas orientações de diversos tipos na vida das pessoas. Vão desde coisas consideradas “espirituais” [1] , como orar, ter um programa de leitura bíblica, evangelismo, ou mesmo questões mais práticas, como o relacionamento conjugal, postura no trabalho, entre outras coisas. Uma destas questões práticas é sobre o uso do dinheiro. Estamos vivendo tempos difíceis. Muitas coisas que ocorrem ao nosso redor não são consequência da nossa atividade direta, como o preço da gasolina, o valor da condução, o preço do pão, do leite, do café, entre outras coisas. Também não escolhemos o lar em que nasceríamos, o bairro, a cidade, a cultura, a família (ou ausência desta). Faz muita diferença entre ter nascido na Finlândia ou na periferia de São Paulo. A maioria de nós não tem culpa direta [2] pelo fato de estarmos em meio à uma crise financeira no país. Os juros estarem altos, e coisas do tipo. Entretanto, mesmo em meio à crise, m...

Não acumuleis tesouros sobre a terra

Imagem
"Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam" (Mt 6.19). C erta vez, li um sermão de John Wesley acerca deste texto. Ele dizia que, este mandamento de Jesus é tão desobedecido, que é como se estivesse escrito no grego original, ou em outra língua que ninguém pudesse entender. Disse que mal uma criança inglesa começava a crescer, e já lhe era ensinada, desde cedo, a acumular e acumular bens. Ensinou ainda que os índios pagãos norte americanos cumpriam melhor o mandamento do que qualquer cristão inglês.

Não ajunteis tesouros na terra

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam (Mateus 6.19). E ste é um dos mandamentos mais constrangedores de Jesus para os nossos tempos. John Wesley, famoso pregador inglês, líder do movimento metodista-anglicano, pregando tal passagem para seus conterrâneos, salvo melhor juízo, na Universidade de Oxford, disse que é como se ela estivesse ainda no grego original ou em uma língua ininteligível, ainda não traduzida, pois era sempre solenemente ignorada pelos cristãos de seu tempo.