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Mostrando postagens com o rótulo Religião

Liberdade de expressão e respeito ao sentimento religioso

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Tivemos a pouco enorme polêmica envolvendo o especial de Natal do grupo Porta dos Fundos em pareceria com a Netflix. Grupos cristãos expuseram indignação, seja cancelando a assinatura, ou promovendo petição pública de protesto. Não demorou, e um grupo cristão conservador propôs uma ação a fim de que o filme fosse retirado do ar cumulada com pedido de  danos morais coletivos. Em primeiro grau, o Ministério Público se manifestou pela condenação da empresa ( entendimento esse não atendido pelo Juízo ), e em segundo, um Desembargador chegou a conceder liminar em favor do grupo católico , tendo sido tal decisão revogada pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal . De minha parte, entendo plenamente os cristãos que se sentiram ofendidos. Porém, também entendo quem prefere prezar pela liberdade de expressão, sendo este um dos pilares de uma sociedade democrática e liberal, ainda que for para dizer coisas que não gostamos. A questão jurídica não é tão simples como...

Suicídio entre pastores

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Temos visto na mídia a ocorrência de suicídio entre pastores. O que será que tem levado pessoas que falam tanto em Deus cometerem tal ato? Uma posição mais fundamentada carece de maiores estudos. Na falta destes, seguem alguns palpites que talvez possam contribuir nessa investigação. Não podemos duvidar de que a depressão é uma doença, uma enfermidade, que necessita de tratamento médico especializado. Há determinados contextos evangélicos em que admitir enfermidade é uma fraqueza. Quanto mais, admitir que se está deprimido. É preciso afastar todo o tipo de preconceito e se incentivar a procura de uma ajuda especializada. Outra questão é o elevado nível de cobrança em alguns contextos. Existem igrejas que cobram resultado de seus pastores, como templos cheios, grandes arrecadações, entre outras coisas. Isso pode estar se convertendo em um terrível assédio moral. Além disso, existe a própria cobrança que o ministro faz a si mesmo. Caso tudo ...

Igrejas pequenas deixarão de existir?

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Uma colega foi em uma dessas mega igrejas que existem na cidade de São Paulo. Tudo é incrível. Louvor de extrema qualidade. Telões. Pregações motivacionais que empolgam a platéia. Até o teto da igreja abre durante o louvor. Um clima realmente vibrante e arrebatador! Milhares e milhares de jovens. Além disso, multiplicam-se as mega igrejas com milhares de membros. Diante desse quadro, alguns poderiam se perguntar qual seria o destino das igreja pequeninas. Estariam elas fadadas a desaparecerem diante da "concorrência", por assim dizer? Afinal de contas, a gente sempre não ouve falar de mercados, farmácias, e outros negócios pequeninos que fecham diante da potência de grandes empresas? Muito bem. Tenho uma opinião acerca deste assunto. Creio que as pequenas igrejas não vão, necessariamente, fechar por conta disso. Podem até fechar por outros motivos. E o motivo pelo qual penso assim é que, há algo que não pode ser produzido pela tecnologia, grupo...

A purificação do templo (ou de como atrair os assassinos a si próprio)

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Era provavelmente uma segunda feira. Jesus entra no Templo, uma construção magnífica, e não gosta do que vê. No local denominado "átrio dos gentios", lugar reservado à oração de todos os povos, cambistas trocam dinheiro, e vendedores comercializam animais. Peregrinos vinham de todos os lugares do mundo, porém não eram aceitas moedas estrangeiras. Assim sendo, tudo precisava ser trocado por moeda judaica. Acontece que nesse procedimento, havia abuso por parte dos cambistas. E é bem possível que parte dos lucros fossem para os sacerdotes. Depois, com o dinheiro judaico, seriam comprados animais a serem oferecidos em sacrifício. Mais uma vez é possível que o valor estipulado estivesse bem abusivo. E novamente, parte de tais valores provavelmente iam para a liderança de Israel. Trocar dinheiro, comprar animais, se tudo isso fosse feito por um preço justo, não haveria problema, DESDE QUE NÃO FOSSE NO TEMPLO! Afinal, era muito mais fácil para os peregrinos comprar...

Igreja X Instituição

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. C onstantemente surgem grupos que fazem a crítica da igreja enquanto instituição. Dizem que quando esta se institucionaliza se torna fria, calculista, exploradora e perde da sua força comunitária original. Sempre pode haver alguma razão nessas críticas, e algumas pessoas, por conta disso,  abandonam a igreja organizada e procuram viver um evangelho "mais livre", reunindo-se em casas, parques e outros lugares. Tal discussão não é nova na história da Igreja. A Reforma, por exemplo, foi tão mordaz ensinou que a verdadeira igreja era invisível, separando-a, em certo sentido, de sua expressividade histórica e material. Hoje ninguém nega que todas as Igrejas oriundas da Reforma se institucionalizaram Os que não se organizaram, não sobreviveram.  Mesmo os anabatistas, se estão hoje entre nós, devem ao fato dos menonitas terem se institucionalizado também. Por tudo isso, entendo que, querer criar uma comunidade sem se institucionalizar é uma ilusão . Cedo ou tarde, se...

Quem não dá dízimo vai para o inferno?

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Há pouco tempo, vi, em um canal de televisão, um pastor de uma igreja que possui milhares de membros no Brasil, ensinar que, aqueles que não dão o dízimo, irão para o inferno. O raciocínio é muito simples. Segundo Malaquias, que não dá o dízimo é ladrão (Mal 3,7), e, os ladrões não herdarão o Reino de Deus, conforme atesta vários textos das Escrituras. Também em uma estação de rádio, ouvi um outro pastor (que também é líder de outra denominação bastante numerosa), sustentar opinião parecida com essa. Muito bem. Será que estas coisas são realmente assim? Em primeiro lugar, quero ressaltar que não sou contrário, de modo algum, a que alguém separe uma porcentagem de seus rendimentos, e os doe à Igreja. O protestantismo histórico sempre incentivou a dar o dízimo, e, com tais arrecadações, criava uma complexa rede de ajuda comunitária, construía orfanatos, criava escolas que posteriormente se tornaram grandes universidades, etc. Não se ouvia falar de escândalos financeiros, pas...

Uma singela comparação entre Jesus e Maomé, sem o intuito de ofender

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Sou cristão. Logo, sou parcial em relação a este assunto. Entretanto, não desejo ser desrespeitoso com os adeptos da religião que mais cresce no mundo, e tento também ter algum grau de imparcialidade, afinal, estou tão interessado na verdade quanto qualquer outra pessoa que procura ser honesta nestas questões. De qualquer modo, após dialogar com alguns muçulmanos, tanto pelas redes sociais, quanto pessoalmente, fiquei a meditar o quão diferente foram as vidas dos homens que inspiraram as duas das mais importantes religiões monoteístas do mundo. Parto dos textos considerados sagrados pelas duas religiões, confessando não ser especialista no assunto. Jesus foi um homem pacífico. Não consta que tenha pegado em armas ou matado alguém. Seu ato mais violento foi expulsar os vendilhões do templo. Não consta do texto que bateu em alguém (embora no evento mencionado isso possa ter ocorrido). Nunca forçou ninguém a concordar com ele. Os muçulmanos não acreditam, mas ele foi ...

Hebreus e muçulmanos mataram em nome de Deus. Há alguma diferença?

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N ão sou especialista no assunto, mas enxergo uma certa diferença entre os antigos hebreus, do antigo testamento, e os muçulmanos. Veja. Os antigos hebreus também mataram em nome de Deus, conforme podemos ver consultando o antigo testamento. Foi o que fizeram muitos antigos guerreiros muçulmanos. Mataram em nome de Alá. Entretanto, há uma diferença. Os hebreus tinham uma terra especifica . E só. Não era uma religião universalista, no sentido de querer conquistar o mundo inteiro. Em nenhum momento foram imperialistas. Nunca quiseram impor uma teocracia para o mundo todo. Os judeus, em terra estranha, na dispersão, tinham o conceito de que se deveria obedecer a lei local. Entretanto, para os muçulmanos, a "terra específica" é o mundo inteiro . Eles são ordenados a conquistar o mundo inteiro para Alá. Em princípio, isso deveria ser feito por meio das batalhas (embora não precisasse ser o único método). O islamismo se espalhou rapidamente assim...

Sobre o menino paquistanês que amputou a própria mão

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Era um culto em homenagem ao nascimento de Maomé. O clérigo perguntou: "quem acredita em Maomé"? Os jovens levantaram a mão direita, dizendo que sim. Depois o clérigo pergunto: "quem não acredita nos ensino de Maomé"? Um menino distraído, de quinze anos, levantou sua mão direita, sozinho... Imediatamente, o clérigo apontou para o menino e disse: "Blasfêmia"! Envergonhado, o menino foi para sua casa... Chegando lá, utilizando um aparelho doméstico, amputou sua própria mão... Com tal gesto, ele puniu a si mesmo... Cortou a mão que se levantou contra o seu santo profeta... Mesmo tendo sido por engano, mesmo tendo sido sem querer, ele não se perdoou... Alá não o teria perdoado? Tendo sido por engando, tal ato precisaria mesmo de perdão? Seu gesto foi visto como talvez de bravura, heroísmo, humildade, martírio, pela comunidade muçulmana local, enfim... E ele tem sido saudado pelo gesto cometido... Ah, meu Senhor! Tu, Deus, não ex...

Os crentes e o terreiro

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U m grupo de crentes se reúne para uma vigília. Destas igrejas cujo som, mesmo depois das dez da noite, pode ser ouvido por toda a vizinhança. No meio da vigília eis que surge a ideia: vamos expulsar os demônios deste bairro! Entendem de atravessar a rua e ir em uma casa quase logo a frente, um terreiro. Os crentes se posicionam em frente da propriedade, erguem suas mãos, e começam a proferir palavras de ordem: "fora Satanás, nós te amarramos", "nós te expulsamos", "xuricantalarabás", etc, etc. Uma senhora habita no local. Quase noventa anos. Se sente indignada, passa mal. Tem um ataque cardíaco. Morre no hospital. Alguém disse: a culpa foi do diabo! Qualquer similitude com a realidade, talvez não seja mera coincidência. (...) Não estou aqui a discutir acontecimentos, fatos reais ou não, versões bem ou mal contadas. Digo que já tomei conhecimento de atitudes parecidas com essa em alguns lugares, por parte de...

O laicismo radicalmente imposto e o vazio espiritual de um povo

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Pixabay Líderes muçulmanos querem utilizar templos católicos na França para cultuarem a Alá. Isso porque, naquele país, cresce o número de muçulmanos e o de católicos diminui. Embora a maioria seja de católicos, nem cinco por cento deles frequentam regularmente a missa. O discurso de tais líderes muçulmanos é o de que cultuam o mesmo Deus. Será? Claro que não. Os católicos e outros cristãos creem em um Deus que é Trindade, e os muçulmanos rejeitam tal concepção. De qualquer modo, há muitos anos a França e boa parte da Europa passam por um processo de secularização  muito forte. Talvez isso tenha deixado um certo vazio espiritual no meio do povo. Entretanto, o islamismo não passou por este processo de secularização. De modo que o espírito muçulmano só parece ter se fortalecido. E o muçulmano não esconde de ninguém que quer ver a aplicação da lei islâmica em toda a sociedade, e que quer que Alá seja adorado por todos, e os que assim não o fazem, são ...

O islamismo não é um bloco monolítico

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Jamais devemos pensar que o islamismo é um bloco monolítico. Assim como existem muitas diferenças entre os cristãos, também há muitas entres os muçulmanos. Por exemplo: os membros do Estado Islâmico são sunitas, e opositores dos xiitas. Mas não são sunitas, por assim dizer, moderados, porém, extremistas. Tanto é que uma bomba foi explodida em uma mesquita xiita no Kwait, um país em que os dois grupos vivem em relativa harmonia. Já, no Irã, predomina a versão xiita do islamismo. Embora o Irã seja uma teocracia, parece haver uma liberdade religiosa maior nesse país, do que, por exemplo, na Arábia Saudita (sunita), país esse que recebe forte apoio norte americano. Atualmente, muitos membros do chamado Estado Islâmico eram parte do exército iraquiano. Entretanto, acredito que a desastrosa atuação dos EUA naquele país tirou o equilíbrio da região, e agora, aqueles que em tese até poderiam ser islâmicos moderados (sunitas), fazem parte então de um dos mais combativos e sangrento...

Sobre intolerância religiosa

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foto: Pr. Neil Barreto Tem sido noticiado o apedrejamento sofrido por uma menina iniciada no candomblé por supostos evangélicos. É comum que evangélicos realizem tal tipo de ato? Tenho vinte anos de caminhada evangélica. Eu pessoalmente nunca vi nada parecido, nem de ouvir falar. Entretanto, o universo religioso brasileiro é muito maior do que minha experiência pessoal. Em caso de serem realmente frequentadores de igrejas evangélicas, precisamos nos perguntar: que tipo de religião tem sido ensinada a esse povo? Será que estamos vendo agora o fruto de uma religião equivocada em equivocadas igrejas? Uma religião que tem pregado a intolerância e o ódio ao invés do amor? O fato é que existe muita gente despreparada ensinando religião por aí. E colocando ênfase, nas Sagradas Escrituras, onde não deveria colocar. Os cristãos, de modo geral, acreditam na inspiração de toda a Escritura Sagrada. Entretanto, os crentes precisam entender que, embora toda a Bíblia seja ins...

Todos os que dizem crer em Deus necessariamente são bons?

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foto: pixabay O senso comum afirma que para alguém ser bom ter que crer em Deus . Mas logo há a resposta de ateus e agnósticos afirmando que para alguém ser bom não precisa, como por exemplo, a Angelina . Um cristão que acha que alguém para ser bom tem que ser religioso não leu sua bíblia direito. E um ateu que acha que a religião (pelo menos a cristã) ensina isso também está equivocado. Vejamos o que Paulo disse quando escreveu aos romanos:  Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os; Romanos 2:14,15 Na epístola em questão o apóstolo está fazendo o contraste entre o judeu que conhecia a lei e o gentio que não conhecia. E ressalta que muitos gentios vivam melhor do que judeus. Claro que o gentio em ques...

Algumas doutrinas da Reforma mal interpretadas

As melhores doutrinas sempre correm o risco de serem mal interpretadas. Por exemplo, todas as vezes que o Apóstolo Paulo discorria sobre a graça de Deus, tinha que imediatamente combater o antinomianismo (doutrina segundo a qual ninguém precisaria observar lei nenhuma). Assim foi durante a história e assim continua sendo nos dias de hoje. Outros "pegam" a doutrina da "justificação pela fé somente" e acabam achando que não precisam mais da ajuda de nenhuma liderança espiritual nem de nenhuma igreja. Ora, se a fé somente basta, para que fazer parte de um grupo de cristãos? Outros igualmente o fazem na doutrina do "sacerdócio universal", doutrina esta que ensina que não existem mais intermediários entre Deus e os homens, somente Cristo. Ora, se não há intermediários, também não precisamos de igreja, de um corpo de crentes na nossa vida, dizem eles. As vezes surge até um discurso mais sofisticado. O último que ouvi foi alguns dizerem: ...

Pastor pede apedrejamento de homossexuais

A polêmica notícia pode ser lida e o vídeo do referente pastor podem ser vistos  aqui . Infelizmente parece que nunca conseguiremos nos livrar desta tendência. São homens que consideram todos os textos da Sagrada Escrituras como que contendo o mesmo peso aplicativo para os dias de hoje. Interpretam o texto sagrado como se fosse um código de leis que deve ser igualmente aplicado atualmente, página por página, passagem por passagem, versículo por versículo.  Entretanto, não é assim que um cristão deve ler as Escrituras. Devemos ler toda a Bíblia à luz do evangelho, da graça de Deus, e da pessoa de Jesus Cristo. Nosso Senhor é a chave hermenêutica para lermos todo o texto bíblico. Por isso não oramos pedindo que caia fogo dos céus nos inimigos, como fizeram os discípulos. Isso ensinaram igualmente o apóstolo Paulo, os pais da Igreja, Lutero, Barth, e tantos outros. Infelizmente isso faz com que o mundo coloque todos os evangélicos no mesmo balaio de gatos, consider...

Especialista em Direito Islâmico fala ao Supremo Tribunal Federal

Semana passada um especialista em Direito Islâmico falou a um grupo de pessoas, possivelmente ministros e servidores do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que isso ocorre no Brasil. Também já foi dado um curso a respeito na Escola Paulista de Magistratura. A matéria com maiores detalhes pode ser lida  aqui . Sempre é bom aumentar o nosso grau de conhecimento das diversas culturas e religiões alheias, entretanto, um trecho da notícia me chamou a atenção: Para além da curiosidade natural decorrente dos últimos acontecimentos no cenário internacional, Nasser vê como iminente a possibilidade de o Poder Judiciário brasileiro se deparar com situações que demandarão a compreensão do Direito Islâmico para solucionar contendas relacionadas a direito de família, como casamento, separação, guarda de filhos de muçulmanos . Realidade que se torna ainda mais factível quando se tem em conta que um quarto da população mundial (ou um bilhão e meio de pessoas) é formada ...

A parábola do jumentinho

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E ra uma vez um jumentinho, muito bonitinho. Ele era bem criado, forte, e realmente se sentia alguém muito especial! Viva com uma família muito bacana, e ele via que os seus outros amigos jumentinhos sempre estavam carregando alguém. Ele achava estranho que, mesmo ele se sentindo forte, ninguém ainda tinha montado nele! Até que um dia chegaram uns caras estranhos que já foram se dirigindo a ele, e o soltando! Os donos do animal conversaram com os tais homens, e, não demorou muito, deixaram ele os acompanhar. Aqueles homens o trataram bem, mas ninguém nele montou! Até que, de repente, colocaram as suas vestes sobre o bichinho, e este ficou todo enfeitado! E finalmente, alguém o montou! E animalzinho ficou impressionado, pois de repente surgiram várias pessoas, que estavam cantando e aplaudindo! Foi uma festa maravilhosa, e o jumento estava vislumbrado! De repente, ele não enxergava ninguém em especial, tudo o que via eram luzes, som, baru...